SIMPOSIO

Simpósio: Conversando sobre ADOÇÃO

Dia 19 de maio, das 09:00 às 16:00

Local: Escola São Francisco Menino Deus – Praça Menino Deus, 77, Porto Alegre / RS

Programa:

09:00 – Abertura

09:15 – A parentalidade a partir do filho imaginário

Debatedores:

Giovana Borges | Psicanalista | Membro Pleno da CepdePA

Peterson Rodrigues | Fundador da Ong Elo – Apoio à Adoção

Renata Viola Vives | Psicóloga e Psicanalista | Membro Titular da SBPdePA

Coordenadora : Natália Mezera | Psicóloga na Clínica Horizontes

11:00 – A construção da Identidade em um caso de Adoção

Debatedores:

Grupo de Estudos sobre Adoção da Clínica Horizontes

Lisiane Storniolo | Psicóloga na Clínica Horizontes

Sara Fagundes | Estagiária de Psicologia na Clínica Horizontes

Coordenadora: Karla Nyland | Psicóloga e Psicoterapeuta Vincular

Intervalo: 12h30 às 14h

14:00 – Adoção Tardia

Debatedores:

Gina Khafif Levinzon | Psicanalista | Membro Efetivo da SBPdeSP
Renata Viola Vives | Psicóloga e Psicanalista | Membro Efetivo da SBPdePA

Investimento: Profissionais – R$ 70,00 / Estudantes – R$ 40,00

Inscrições: (51) 3019 1799 / instituto@clinicahorizontes.com.br / Clínica Horizontes: Rua José Gomes, 393, Tristeza, Porto Alegre/RS

 

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Conversando sobre Autismo

  • Dia 05/05 das 9h30 às 12h;
  • Coordenadoras: Karla Nyland – Psicóloga | Psicoterapeuta de casais e famílias e Magda Martins Costa – Psicóloga | Psicanalista SBPdePA;
  • Local: Escola São Francisco Menino Deus – Praça, Menino Deus, 77;
  • Inscrições gratuitas: (51) 30191799 / instituto@clinicahorizontes.com.br;
sexta cientifica _abril 2018

Sexta Científica: Psicologia Jurídica

Dia 20 de abril de 2018, das 10:00 às 12 horas

Ministrante: Elisabeth Mazeron Machado – Psicóloga clínica, Doutora em Sociologia

Sexta científica destinada a estudantes e profissionais das áreas da saúde e educação;

Evento gratuito;

Inscrições: (51) 30191799 / instituto@clinicahorizontes.com.br

Local: sede da Horizontes – Rua José Gomes, 393, Tristeza, Porto Alegre/RS;

me formei 19 ABR

Workshop “Me formei, e agora?

A faculdade te ensinou muito sobre a ciência da Psicologia e muito pouco sobre como fazer as coisas acontecerem de forma prática no mercado?
 Então venha participar do Workshop “Me formei, e agora?”
 Um bate-papo com dicas e cases de sucesso com profissionais de diversas áreas que vão abrir a sua mente e ajudar você a organizar o início da sua carreira: Psicologia, Empreendedorismo, Marketing, Contabilidade.
 Inscrições gratuitas e antecipadas: (51) 30191799 / instituto@clinicahorizontes.com.br
 Local: Clínica Horizontes Rua José Gomes, 393, Tristeza, Porto Alegre/RS

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Recriando a própria história

Por Sara Fagundes – Estagiária de Psicologia na Clinica Horizontes

Texto tirado do livro: Construindo vínculo entre pais e filhos adotivos, da autora Maria Salete Abrão

Nascemos todos em uma condição de absoluto desamparo. Diferentemente de outros mamíferos, que parecem já nascer “prontos”, inauguramos nossa presença fora do útero em situação de dependência total da mãe, da família, do grupo que nos cerca. Sem tal suporte, viveríamos sozinhos apenas algumas horas. Daí a excepcional importância, para o bebê, daqueles primeiros dias, semanas, meses, primeiros anos.

Trata-se de uma importância que se estende para muito além das necessidades físicas e biológicas. O seio materno supre muito mais que a fome e a sede. É o prazer mais primitivo do bebê, é seu vínculo inicial com o mundo, que ele não sabe ainda diferenciar de si próprio.

Para construir uma relação equilibrada com o mundo exterior e consigo próprio, esses momentos iniciais são decisivos. No entanto, basta dar uma olhada ao lado para verificar que muitos de nós não passamos bem por esse período. Não tivemos aquilo que o pediatra e psicanalista inglês, David W. Winnicott, chamava de “mãe suficientemente boa”.

No entanto, não culpemos a mãe. Ela já carrega culpas demais. Além disso, é bem possível que as mães que não foram “suficientemente boas” tenham sido também, elas próprias, geradas e criadas por mães que não foram “suficientemente boas” – estabelecendo-se assim um círculo vicioso, cuja origem remonta ao começo dos tempos.

O fato importante é que a filiação biológica não garante a formação dos vínculos estruturantes entre pais e filhos. Maternidade e paternidade biológicas podem ocorrer de modo fortuito, não intencional. Geram filhos, mas não produzem necessariamente pais e mães. A biologia não garante a parentalidade. Neste sentido amplo, filhos biológicos precisam também ser adotados. Que sejam a mãe e o pai que o conceberam. Ou que sejam pais e mães movidos por um desejo profundo se assumir esse papel.