ME FORMEI E AGORA

2ª Edição Workshop: Me formei, e agora?

A faculdade te ensinou muito sobre a ciência da Psicologia e muito pouco sobre como fazer as coisas acontecerem de forma prática no mercado?

Então venha participar do Workshop “Me formei, e agora?”

Um bate-papo com dicas e cases de sucesso com profissionais de diversas áreas que vão abrir a sua mente e ajudar você a organizar o início da sua carreira: Psicologia, Empreendedorismo, Marketing, Contabilidade.

Dia 13 de Dezembro de 2017, às 19:30

Público: Estudantes de Psicologia

Local: Clínica Horizontes (Rua José Gomes, 393, Tristeza, Porto Alegre/RS)

Inscrições gratuitas e antecipadas

(51) 30191799 / instituto@clinicahorizontes.com.br

autismo

Um entendimento sobre a Terapia com crianças Autistas

Artigo escrito por Larissa Montardo Machado / Psicóloga CRP/RS 07-26647

As crianças autistas não desenvolvem dentro do setting uma noção de espaço tridimensional e de simbolização, consequentemente, não poderão brincar ou não usarão o brinquedo como objeto no qual suas fantasias e emoções possam ser projetadas.

O terapeuta que trabalha com essas crianças se encontra em uma posição diferente, em relação a outros tipos de pacientes. Ao longo do processo terapêutico, é preciso estar sempre muito atento ás suas motivações, mantendo o contato constante com seu próprio mundo mental infantil e adulto. É importante levar em consideração o espaço real de atendimento e o tempo de duração das sessões, ou seja, permanecer sempre num lugar e num tempo determinado e constante.

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caixa ludica

A Caixa Lúdica e o Brincar

Artigo escrito por Julia Rocha – estudante de psicologia da Fadergs e estagiária de clínica da Horizontes

A caixa lúdica é um instrumento de trabalho bastante utilizado para identificar a maneira como o sujeito se relaciona com os objetos e a forma como ele aprende, podendo facilitar o psicodiagnóstico. Sabe-se da importância de usar o lúdico como recurso terapêutico. Winnicott retrata o jogo como um recurso integrante no ato de aprender, ele afirma que “brincar é algo além de imaginar e desejar, brincar é o fazer”. (WINNICOTT, 1975 p. 28)

Brincar é um meio importante e real de acessar o inconsciente, bem como de perceber o desenvolvimento da criança, pois a criança compreende o mundo a sua volta, aprende regras, testa habilidades, aprende a ganhar e perder, desenvolve a linguagem e as habilidades motoras através da brincadeira. É importante frisar que o brincar e o jogar não se resumem apenas a formas de divertimento e de prazer para a criança, mas são meios privilegiados dela expressar os seus sentimentos e elaborar situações conflitantes utilizando desta linguagem simbólica. Continue reading “A Caixa Lúdica e o Brincar”